Antes de ser fotógrafo… eu sou pai. Sou esposo. E sou alguém que já entendeu o quanto o tempo passa rápido demais.


A vida acontece em silêncio. Nos detalhes. Nos momentos que, muitas vezes, a gente nem percebe que são únicos… até que já passaram.


Foi isso que me fez enxergar a fotografia de outra forma. Não como imagens bonitas.

Mas como a única forma de voltar… mesmo que por alguns segundos.


Eu comecei na fotografia com um propósito simples, mas muito forte: guardar aquilo que o tempo nunca vai devolver.

O abraço que aperta mais forte.

O olhar cheio de significado.

O sorriso que acontece sem ensaio.


Hoje, quando estou em um casamento, em um aniversário de 15 anos ou em um momento em família… eu sei que não estou apenas fotografando.


Estou registrando histórias que alguém vai querer reviver daqui a muitos anos. E talvez, no futuro… essas fotos sejam tudo o que reste daquele dia.


Por isso, cada clique meu carrega responsabilidade. Mas também carrega verdade. Porque no fim, não é sobre fotografia.


É sobre sentir tudo de novo.